Frente Parlamentar da Vacina
Acompanhe os dados de vacinação atualizados em nosso painel interativo
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Vacinas acompanhadas
92
Cidades do Estado do Rio de Janeiro
Diária
Atualização de Dados
DATASUS
Fonte oficial
Sobre o Projeto
Conheça a iniciativa da Frente Parlamentar da Vacina



A Frente Parlamentar da Vacina (FPV )
A FPV é uma iniciativa suprapartidária que reúne cerca de 200 parlamentares da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. Seu objetivo é promover a ciência na saúde pública e fortalecer a vacinação como uma ferramenta essencial para proteger vidas.
O que queremos?
Fortalecer as políticas públicas de vacinação aumentando coberturas vacinais para proteger toda a população brasileira.
O que defendemos?
- O Programa Nacional de Imunizações (PNI) como uma política de Estado, essencial para o país
- As campanhas educativas sobre a importância das vacinas
- O combate à desinformação
- O apoio aos profissionais de saúde e agentes que atuam diretamente com a população
Acreditamos na ciência, defendendo políticas baseadas em evidências e reconhecendo o papel fundamental de instituições como a Fiocruz e o Instituto Butantan.
Somos um espaço de diálogo, ação e compromisso com a saúde pública, com foco na confiança da população e na valorização do Sistema Único de Saúde (SUS).
Vacinas salvam vidas, previnem doenças e são fundamentais para o bem-estar de todos.
Como acompanhamos a vacinação no Brasil?
Monitoramento diário
Hoje, 21 vacinas têm sua cobertura vacinal avaliada e monitorada todos os dias, por região e por outros indicadores importantes para entender o cenário no país.
Filtros Regionais
Consulte os dados pelo estado, sua região ou sua cidade, usando os filtros disponíveis para acompanhar como está a vacinação na sua área.
Dados sempre atualizados
Todas as informações são coletadas diariamente a partir dos dados oficiais disponibilizados pelo DATASUS, garantindo precisão e confiabilidade.
Vacine-se! É um ato de cuidado com você mesmo e com os outros
Painel de Cobertura Vacinal do Estado do RJ
Visualize os principais indicadores de vacinação
Nosso painel interativo permite visualizar e analisar dados de cobertura vacinal de forma intuitiva e detalhada. Através de gráficos, mapas e tabelas, você pode:
- Acompanhar a evolução da cobertura vacinal
- Identificar áreas com baixa cobertura que necessitam de atenção
- Analisar dados por grupo populacional e tipo de vacina
- Exportar relatórios
Vacinas
Informações sobre as vacinas disponíveis no calendário nacional
Difteria, tétano, coqueluche e suas complicações. Protege a mãe e o recém-nascido, sendo indicada para gestantes, puérperas e profissionais de saúde.
1 dose a partir da 20ª semana de gestação, em cada gravidez; para profissionais de saúde, estagiários e parteiras tradicionais, 1 dose de reforço a cada 10 anos (pode ser antecipado para 5 anos em caso de risco de difteria ou tétano).
Formas graves de infecção do trato respiratório inferior causadas pelo vírus sincicial respiratório (VSR) em lactentes menores de 6 meses.
Dose única em cada gestação, a partir da 28ª semana gestacional, para proteger a mãe e o bebê por imunização passiva.
Infecção pelo vírus da hepatite B e suas complicações (cirrose e hepatocarcinoma). Ao proteger contra a hepatite B, também protege contra a hepatite D.
1 dose logo após o nascimento, preferencialmente nas primeiras 12 horas, na maternidade; as demais doses do esquema básico com a vacina Pentavalente aos 2, 4 e 6 meses de idade.
Formas graves e disseminadas da tuberculose, principalmente miliar e meníngea.
Dose única ao nascer, preferencialmente ainda na maternidade. Na rotina dos serviços de saúde, disponibilizada para crianças até 4 anos, 11 meses e 29 dias ainda não vacinadas.
Difteria, tétano, coqueluche, hepatite B, meningite e outras infecções causadas pelo Haemophilus influenzae tipo b.
3 doses no primeiro ano de vida, aos 2, 4 e 6 meses de idade, com intervalo de 60 dias entre as doses. A vacina deve ser administrada até 6 anos, 11 meses e 29 dias, em crianças ainda não vacinadas.
Poliomielite (paralisia infantil) causada pelos poliovírus sorotipos 1, 2 e 3.
3 doses no primeiro ano de vida, aos 2, 4 e 6 meses de idade, com intervalo de 60 dias entre cada dose; 1 dose de reforço aos 15 meses; aos 4 anos, reforço com a vacina oral (VOP) ou injetável.
Doenças diarreicas agudas causadas pelo rotavírus, que podem evoluir para complicações e quadros graves.
2 doses, aos 2 e 4 meses de idade, por via oral, com intervalo mínimo de 30 dias. Crianças não vacinadas devem iniciar até 11 meses e 29 dias e finalizar a última dose até 23 meses e 29 dias.
Infecções invasivas graves causadas por Streptococcus pneumoniae pelos 20 sorotipos contidos na vacina (pneumonia, meningite, bacteremia, sepse e otite).
1ª dose aos 2 meses, 2ª dose (com vacina pneumo 10) aos 4 meses e reforço aos 12 meses. Durante a fase de transição, pode ser usada para completar esquemas iniciados com a pneumocócica 10-valente.
Infecções invasivas graves causadas por Streptococcus pneumoniae pelos 10 sorotipos contidos na vacina (pneumonia, meningite, bacteremia, sepse e otite).
2ª dose do esquema básico aos 4 meses (a 1ª dose é com pneumo 20 aos 2 meses); reforço aos 12 meses com a vacina pneumo 20. Em caso de indisponibilidade, completar o esquema com a pneumo 20.
Doenças meningocócicas invasivas (meningite, meningococcemia) pelo sorogrupo C.
2 doses na rotina de vacinação infantil — aos 3 e 5 meses. Reforço com a vacina ACWY aos 12 meses.
Infecções pelo vírus influenza (gripe), doenças do trato respiratório e suas complicações, como pneumonias virais e bacterianas.
Crianças de 6 meses a menores de 6 anos devem ser vacinadas todo ano. Quem vai receber pela primeira vez deve tomar 2 doses com 30 dias de intervalo; nos anos seguintes, 1 dose anual.
Formas graves e óbitos causados pelo vírus SARS-CoV-2 (covid-19).
Crianças de 6 meses a 4 anos, 11 meses e 29 dias: 3 doses (aos 6, 7 e 9 meses, vacina Comirnaty). Gestantes e pessoas a partir de 60 anos seguem esquema específico. Para crianças imunocomprometidas também há reforço.
Formas graves e óbitos causados pelo vírus da febre amarela.
1 dose aos 9 meses de vida e 1 dose de reforço aos 4 anos de idade. Para pessoas maiores de 5 anos não vacinadas anteriormente, administrar dose única. Para os viajantes, a vacina deve ser tomada pelo menos 10 dias antes da viagem.
Doença meningocócica invasiva (meningite, meningococcemia) pelos sorogrupos A, C, W-135 e Y.
1 dose de reforço aos 12 meses de idade (não vacinados podem receber até os 4 anos, 11 meses e 29 dias). Novo reforço entre 11 e 14 anos (adolescência).
Sarampo, caxumba, rubéola e síndrome da rubéola congênita.
2 doses: 1ª aos 12 meses e 2ª aos 15 meses de idade. A segunda dose pode ser administrada com a vacina Tetraviral (Tríplice Viral + Varicela). Em situações epidemiológicas de risco, crianças entre 6 e 11 meses podem receber dose zero.
Difteria, tétano e coqueluche.
Aplicada como doses de reforço da vacina Pentavalente: 1ª reforço aos 15 meses e 2ª reforço aos 4 anos de idade.
Varicela (catapora) e suas complicações.
2 doses: aos 15 meses e aos 4 anos de idade. Aos 15 meses, pode ser aplicada no mesmo dia com a Tríplice Viral (esquema tetraviral) ou em dose separada.
Infecção pelo vírus da hepatite A.
Dose única aos 15 meses de idade, podendo ser aplicada em menores de 5 anos ainda não vacinados.
Infecções persistentes e lesões pré-cancerosas causadas pelos tipos de HPV 6, 11, 16 e 18. Também previne o câncer de colo do útero, da vulva, da vagina, do ânus e verrugas genitais (condiloma).
Dose única entre 9 e 14 anos de idade. Não vacinados podem se vacinar até 19 anos de idade.
Dengue pelos sorotipos 1, 2, 3 e 4 e suas complicações.
2 doses aos 10 anos de idade, com intervalo de 3 meses entre as doses. Indicada para crianças com histórico confirmado de infecção prévia por dengue.
Difteria e tétano e suas complicações.
Reforço de 1 dose aos 14 anos de idade, 10 anos após a 2ª dose da vacina DTP; depois, reforço a cada 10 anos. Também utilizada para atualização do esquema em gestantes e adultos.



